Ópio e o cramulhão

Acabei de postar um texto das antigas lá na Revista Paradoxo. Começa assim:

Solidão é uma merda. Cabeça vazia, oficina do diabo, dizem. E estão certíssimos. A solidão, por sua vez, é um ateliê para o cramulhão, o ziza, o demo, o coisa-ruim, o belzebu, o capeta em si. E em minha cabeça, agora ele faz morada – e que casa espaçosa tem o demônio. Haja espaço para ele se divertir, se rasgar de rir, fazer-se às minhas custas. E eis que chega o tal capeta e sopra ao meu ouvido: “dedique aquela música para ela”. Bastou (…)

Quer ler tudo? Clica aqui e cola lá.
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