Ópio no Café da semana

Um dia, ela me disse que nunca mais iria amar. Havia desistido dessa mania boba de se apaixonar por uma pessoa, fazer planos mirabolantes para os anos seguintes, pensar nela por horas e horas sem parar, acordar com a imagem dela na cabeça como se ela mesmo tivesse vindo te acordar com um beijo na testa para não perder a hora, querer filhos com seus genes, conhecer até o último representante da sua imensa família, ser o porto seguro de alguém nas horas difíceis e a primeira pessoa pra quem ela vai ligar quando receber uma boa notícia. Não queria mais nada disso (…)

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