Ópio no Café da semana

A crônica desta semana é sobre o antirromantismo das comédias românticas. Veja um trecho:

“Estou sentado na confortável cadeira de um grande cinema da cidade. Aquela tela enorme brilha no meu rosto como uma nave interestelar que chega ao nosso planeta propondo a presença de uma nova realidade. Uma realidade alternativa, para ser franco. Mas o filme que estou assistindo não é de ficção científica – pelo contrário. Neste novo mundo proposto pela nave-mãe das fantasias, as pessoas se amam e se odeiam com muita facilidade, mudam de opinião e de vida num piscar de olhos e são capazes das maiores idiotices por causa de um sentimento (ok, deste mal digamos que o nosso mundo também sofra vez ou outra). A cada três cenas, ouço um suspiro em coro por causa deste filme. A cada cinco sequências, alguém ao meu lado diz, “ta vendo, ele nunca fez isso por mim”. A cada piscar de olhos, uma nova viagem é realizada e deixa sequelas nas pessoas que estão vidradas na telona. Eu estou assistindo a uma comédia romântica.”

Quer ler o texto completo? Vá até a coluna Ópio no Café, da Revista Paradoxo.

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