Cloverfield: a destruição começou

Você está em uma festa bacana, embalada pela nova música de alguma nova banda do novo rock e, de repente, as coisas começam a ficar feias: a cidade a explodir, a cabeça da Estátua da Liberdade passa rolando pela rua e um monstro gigantesco aparece querendo comer geral. Você, que estava filmando algum amigo cachaceiro enchendo a fuça de Bacardi Lemon, sai correndo e não desliga a câmera nem por reza. Podia ser tosco, mas parece que “Cloverfield“, nova produção para o cinema de J. J. Abrams, está mais para genial.

Não há como negar, o criador de “Lost” está com moral. O filme estreou nesse fim de semana e liderou as bilheterias nos Estados Unidos. Mais do que isso, bateu um recorde que pertencia a ninguém menos do que George Lucas e seu relançamento de Guerra nas Estrelas, em 1997: o de maior bilheteria em uma estréia em janeiro. “Cloverfield” arrecadou US$ 41 milhões, cerca de seis milhões a mais do que o recordista anterior.

Legal é que o longa de Abrams praticamente já se pagou só nos primeiros dias de exibição. É que “Cloverfield”, todo filmado com câmeras amadoras, custou apenas (para padrões hollywoodianos) US$ 25 milhões. Uma pechincha.

Ah, “Cloverfield” só chega ao Brasil lá pro meio de fevereiro.

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2 comentários sobre “Cloverfield: a destruição começou

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