Misquilinas

Um bocado de um tudo só

Archive for the ‘música’ Category

Lucky! dia 19/11

com 4 comentários

festa_lucky

A LUCKY é alternativa. Nada contra o pop radiofônico que bomba na MTV todos os dias, mas tem hora que cansa. E é para esses momentos que a nova festa chegou. Música alternativa, novo rock, novo pop, novo e velho indie, o que importa aqui é que não há regras para seguir. Sim, a pista vai derreter, as pessoas vão dançar, mas não necessariamente com as faixas que estamos acostumados sempre. A ideia é não ter medo de mudar – e, se der SORTE, aquela música que você adora, mas que nunca toca nas festas, vai tocar aqui.

LUCKY!
Dia 19/11 (quinta-feira)
21h
Pin Up – Praia do Canto (na saída da ponte Ayrton Senna)
Entrada FREE – couvert $5 opcional

DJ residente: The Lebowskis
DJs convidados: Dani C., Rodorock


Escrito por Bruno Reis

Novembro 13, 2009 em 10:46 am

Publicado em cultura útil, música

Os 10 discos da minha vida (on hold)

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Essa semana, na terça, falei sobre uma lista sugerida pelo blog Pop Candy onde as pessoas elegiam os dez discos que levariam pra uma ilha deserta, para ouvir o resto da vida, até a morte chegar. Falei, falei, mas não coloquei os meus dez discos “preferidos” (as aspas aí servem pra mostrar que não há certeza alguma nesta lista, mas sim uma escolha mediante o desafio de listar esses dez discos).

É que, quando comecei a escrever a lista e os porquês dela ser o que é, percebi que dava uma boa pauta pra Coluna B. Então resolvi guardar o texto pra sábado que vem. =)

Mas isso não impede que você faça como o camarada Eduardo Salvalaio, que meteu nos comentários a listinha dele (foda, por sinal), a qual reproduzo agora.

Assim falou Eduardo:

De uma forma pensada ligeiramente (sem nenhuma ordem e tb não citei ano):

01 – Radiohead – Ok Computer
02 – Flotation Toy Warning – Bluffer’s Guide To The Flight Deck
03 – Tv On The Radio – Dear Science
04 – The National – Alligator
05 – Arcade Fire – Funeral
06 – The Knife – Silent Shout
07 – Kraftwerk – The Mix
08 – The Beatles – Revolver
09 – The Durutti Column – LC
10 – The Smiths – The Queen is Dead

Difícil, viu?!”

E você, tá a fim de aceitar o desafio?

Nirvana – MTV Unplugged
Radiohead – Ok Computer
The Decemberists – Picaresque
Los Hermanos – Ventura
Iron & Wine – Our Endless Numbered Days
Norah Jones – Feels Like Home
Chico Buarque – Perfil
Death Cab For Cutie – Transatlanticism
Lestics – Les Tics
Agnes Kain – Keep Walking Or I’ll Kill You
Sondre Lerche – Two Way Monologue
Coldplay – Parachutes
Regina Spektor – Begin to Hope
The Phantom Band – Checkmate Savage

Escrito por Bruno Reis

Outubro 2, 2009 em 7:28 pm

Publicado em música

Os 10 discos da sua vida

com 3 comentários

Pra quem adora listas, essa é capaz de ser chamada “a lista definitiva”, de certa maneira. Vi no bacana blog Pop Candy essa chamada para que todos façam uma lista dos 10 discos que você mais gosta na sua vida. Cara, né fácil não. Comecei a pensar aqui e cheguei a uns 3 com certeza, mas parei por impossibilidade real e natural de fazer isso em pouco tempo.

Mas pergunto a quem quiser: se você tivesse que escolher apenas 10 discos pra ouvir pelo resto da vida, quais seriam eles? Eu continuarei pensando e em breve trago aqui a minha lista.

Escrito por Bruno Reis

Setembro 29, 2009 em 7:36 pm

Projeto Rain Down

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Para quem não sabe, o resultado final do maravilhoso projeto Rain Down, desenvolvido na cara e na coragem pelo Andrews FG, já está disponível pra download. É coisa finíssima, de emocionar profundamente a quem esteve presente no último 22 de março à Chácara do Jockey, em São Paulo, para o maior show de um artista internacional na História do Brasil. Ver todo o show assim, pelos olhos do público, com as imagens tremidas, as mãos que passam voando pelo seu campo de visão, os gritos de êxtase dos espectadores ao seu lado, é a mais próxima experiência a ir ao show do Radiohead.

Aqui está o trailer.

Sério, alguém tem que canonizar esse Andrews. Talvez, apesar de toda a repercussão que esse trabalho tem gerado desde que começou, ele não tenha a noção de como as pessoas que viram o show se sentem ao assistir novamente tudo aquilo. Só posso agradecer.

Escrito por Bruno Reis

Setembro 8, 2009 em 4:15 pm

Publicado em coisas da internet, música

O fim do Oasis?

com um comentário

Enquanto os brasileiros se preocupavam com a origem do nome da banda Móveis Coloniais de Acaju (que diferença faz se inventaram uma historinha pro nome? que saco!), o Noel Gallagher dava a seguinte notícia pelo site do Oasis:

“It’s with some sadness and great relief to tell you that I quit Oasis tonight. People will write and say what they like, but I simply could not go on working with Liam a day longer.
“Apologies to all the people who bought tickets for the shows in Paris, Konstanz and Milan.”

Noel Gallagher

Será mesmo o fim do Oasis? É, porque Oasis sem Noel não existe. Ele é o grande compositor da banda, além de ter a voz melhor que a do Liam – pra mim, um grande frontman de banda de rock, mas ao mesmo tempo um presepeiro de marca maior.

Pelo jeito, os dois irmãos donos da banda se desentenderam minutos antes de subir no palco do Rock in Seine, festival francês bacanudo. Alguns minutos depois, foi anunciado que eles não subiriam mais no palco e que o show estava definitivamente cancelado. Mais alguns poucos minutos e chega via site do Oasis essa declaração do Noel. Que triste.

Agora, esperemos os próximos capítulos dessa novela, transmitida ao vivo via Twitter.

Escrito por Bruno Reis

Agosto 28, 2009 em 8:02 pm

Publicado em Coluna B, música

Them Crooked Vultures

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Os caras que estão fazendo o rock pesado respirar novamente.

Escrito por Bruno Reis

Agosto 27, 2009 em 11:37 pm

Publicado em música

“Sutilmente”, o clipe

com um comentário

Ainda não tinha visto esse clipe novo do Skank. Dica do Léo, aqui da Aquatro. Achei muito bacana. Embaixo, vai também o making of do trabalho. O clipe foi dirigido pelo Conrado Almada, da Academia de Filmes.

“Sutilmente”, Skank.

Making of

Escrito por Bruno Reis

Agosto 24, 2009 em 3:42 pm

Publicado em música

Festa da Coluna B – 3 anos

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Neste sábado, 22, no Teacher’s Pub. Espero todos lá.

Basic RGB

Escrito por Bruno Reis

Agosto 20, 2009 em 2:50 pm

2 anos e fã de MJ

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Molequinho fã do Jacko. Ri.

Escrito por Bruno Reis

Agosto 18, 2009 em 1:15 am

Publicado em coisas da internet, música

Love Long Distance

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Muito legal o clipe novo do Gossip! Esse disco tá demais.

Escrito por Bruno Reis

Agosto 3, 2009 em 6:13 pm

Publicado em música

Beat it!

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(Via Popload)

Escrito por Bruno Reis

Julho 14, 2009 em 2:39 pm

Publicado em coisas da internet, música

O moonwalk eterno

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Simples e genial: Eternal Moonwalk.

Escrito por Bruno Reis

Julho 8, 2009 em 1:48 pm

Publicado em coisas da internet, música

O Show de Michael

com um comentário

Era de se esperar que, um dia, esse personagem incrível, de talento reverenciado em cada canto do planeta, de um carisma inabalável, ia simplesmente subir as escadinhas coladas ao fundo de nuvens, virar as costas e sair pela portinha aberta, para nunca mais voltar. Ele já havia percebido que era nada mais do que um personagem de um mundo criado para ele, construído com tijolos frágeis, ainda que parecessem fortes, desde que ele ainda era uma pequena criança apaixonada pela música negra. Ele conhecia seu destino, sabia-se refém, jogava o jogo. Assim como Truman, Michael Jackson participava de um reality show muito mais real do que qualquer similar opaco das TVs de hoje em dia.
Claro que nem sempre foi assim. Imagine como seria ter sua vida controlada nos mínimos detalhes desde a infância? Não me parece nada agradável. Você se lembra daquele crioulinho, cabelo de capacete, perninhas velozes e voz que encantava um mundo inteiro sem fazer a menor força para isso. À frente de toda uma família, carregando praticamente sozinho nas costas a sobrevivência e, logo depois, a riqueza de um bando de marmanjos que careciam do que o pequeno mais tinha: talento. É injusto dizer que ele não gostava ou que estava sendo explorado. Mas é acertado afirmar que o crescimento desse garoto, acompanhado por milhões e milhões de espectadores ao redor do mundo, não foi nem um milímetro próximo do normal.
A inevitável pergunta, “Quem matou Michael Jackson?”, não vai ser feita aqui. Muito fácil agora lançar qualquer tipo de holofote, seja positivo ou negativo, em cima de um sistema que, queira ou não, tira muita coisa das pessoas, mas também oferece seus encantos quase irrecusáveis. Faço aqui apenas uma reflexão, talvez uma constatação ligeiramente óbvia, mas não impertinente. Assim como o protagonista de “O Show de Truman”, filme de 1998 dirigido por Peter Weir e estrelado por Jim Carrey, esse cantor, compositor, dançarino, ator, produtor, pai bizarro e único ser conhecido no mundo do entretenimento que conseguiu mudar de cor, teve toda sua vida acompanhada de perto pela mídia. Cada passo de Michael era reproduzido com estardalhaço por jornais, revistas e canais de TV, cada detalhe de sua vida era esmiuçado – mesmo aqueles a que ninguém nunca teve acesso, devassados cuidadosamente pela indústria da fofoca.
Após vários anos de incrível sucesso na carreira solo, quando ainda jovem se tornou o rei de um mundo onde as coisas são sempre voláteis e cruéis, o homem por trás da maquilagem alva simplesmente não conseguiu montar uma vida comum. Mudança da cor negra para a branca, dezenas e mais dezenas de cirurgias plásticas, acusações de pedofilia, a compra de um rancho transformado em parque de diversões e moradia, dúvidas a respeito de sua sexualidade, discos de pouco sucesso, filhos mascarados que ninguém nunca via o rosto, um bebê que quase cai da sacada, a falência que se aproximava – tudo aconteceu na vida deste Truman da vida real. E todos nós acompanhamos cada detalhe, dando nossas opiniões sem sequer saber do que realmente se tratava.
Esse filme a gente já viu. A pressão em cima de quem cresce sem ter tempo para brincar, precisando cumprir seus compromissos comerciais no momento em que deveria estar correndo pela casa com um carrinho de brinquedo nas mãos. A juventude de uma pessoa rodeada pela necessidade de provar a todos que o talento não foi embora com a ingenuidade da infância. A incompatibilidade com a vida adulta que chegou de repente, cheia de novas responsabilidades somadas às velhas e ainda presentes. E eu, você e o resto do mundo com sorrisos de incredulidade no rosto, observando a tudo isso, tentando entender o que se passava na cabeça daquele ser humano que parecia tão perdido, tão alheio ao mundo em que vivia. Esse filme também poderia se chamar “O Circo de Michael”.
Mas talvez não se passasse nada. Talvez ele estivesse sendo apenas ele, e nós, espectadores assíduos, não entendíamos nada porque não estamos acostumados a ver as pessoas tão de perto. Aquela famosa frase que diz, “de perto, ninguém é normal”, nunca esteve tão certa. Ninguém faz as mesmas coisas, todo mundo tem manias secretas – mas elas costumam permanecer secretas. Já O Show de Michael era transmitido para o mundo todo, via satélite, 24 horas por dia, de uns tempos pra cá em High Definition, com direito a intervalo comercial onde o próprio cantor era o personagem principal – e não foram poucas as campanhas onde ele dava as caras. E o seu protagonista era real, simplesmente existia, e só por isso era julgado dia-a-dia, por todo mundo, inclusive eu e você, e sem culpas. Mas agora o show acabou. Michael Jackson saiu pela sua portinha, não mais que de repente, subindo rapidinho as escadas coladas no fundo de nuvens. E agora, por onde ele anda? Vai saber. Deve estar, sei lá, caminhando de costas pela lua.

Era de se esperar que, um dia, esse personagem incrível, de talento reverenciado em cada canto do planeta, de um carisma inabalável, ia simplesmente subir as escadinhas coladas ao fundo de nuvens, virar as costas e sair pela portinha aberta, para nunca mais voltar. Ele já havia percebido que era nada mais do que um personagem de um mundo criado para ele, construído com tijolos frágeis, ainda que parecessem fortes, desde que ele ainda era uma pequena criança apaixonada pela música negra. Ele conhecia seu destino, sabia-se refém, jogava o jogo. Assim como Truman, Michael Jackson participava de um reality show muito mais real do que qualquer similar opaco das TVs de hoje em dia.

Claro que nem sempre foi assim. Imagine como seria ter sua vida controlada nos mínimos detalhes desde a infância? Não me parece nada agradável. Você se lembra daquele crioulinho, cabelo de capacete, perninhas velozes e voz que encantava um mundo inteiro sem fazer a menor força para isso. À frente de toda uma família, carregando praticamente sozinho nas costas a sobrevivência e, logo depois, a riqueza de um bando de marmanjos que careciam do que o pequeno mais tinha: talento. É injusto dizer que ele não gostava ou que estava sendo explorado. Mas é acertado afirmar que o crescimento desse garoto, acompanhado por milhões e milhões de espectadores ao redor do mundo, não foi nem um milímetro próximo do normal.

A inevitável pergunta, “Quem matou Michael Jackson?”, não vai ser feita aqui. Muito fácil agora lançar qualquer tipo de holofote, seja positivo ou negativo, em cima de um sistema que, queira ou não, tira muita coisa das pessoas, mas também oferece seus encantos quase irrecusáveis. Faço aqui apenas uma reflexão, talvez uma constatação ligeiramente óbvia, mas não impertinente. Assim como o protagonista de “O Show de Truman”, filme de 1998 dirigido por Peter Weir e estrelado por Jim Carrey, esse cantor, compositor, dançarino, ator, produtor, pai bizarro e único ser conhecido no mundo do entretenimento que conseguiu mudar de cor, teve toda sua vida acompanhada de perto pela mídia. Cada passo de Michael era reproduzido com estardalhaço por jornais, revistas e canais de TV, cada detalhe de sua vida era esmiuçado – mesmo aqueles a que ninguém nunca teve acesso, devassados cuidadosamente pela indústria da fofoca.

Após vários anos de incrível sucesso na carreira solo, quando ainda jovem se tornou o rei de um mundo onde as coisas são sempre voláteis e cruéis, o homem por trás da maquilagem alva simplesmente não conseguiu montar uma vida comum. Mudança da cor negra para a branca, dezenas e mais dezenas de cirurgias plásticas, acusações de pedofilia, a compra de um rancho transformado em parque de diversões e moradia, dúvidas a respeito de sua sexualidade, discos de pouco sucesso, filhos mascarados que ninguém nunca via o rosto, um bebê que quase cai da sacada, a falência que se aproximava – tudo aconteceu na vida deste Truman da vida real. E todos nós acompanhamos cada detalhe, dando nossas opiniões sem sequer saber do que realmente se tratava.

Esse filme a gente já viu. A pressão em cima de quem cresce sem ter tempo para brincar, precisando cumprir seus compromissos comerciais no momento em que deveria estar correndo pela casa com um carrinho de brinquedo nas mãos. A juventude de uma pessoa rodeada pela necessidade de provar a todos que o talento não foi embora com a ingenuidade da infância. A incompatibilidade com a vida adulta que chegou de repente, cheia de novas responsabilidades somadas às velhas e ainda presentes. E eu, você e o resto do mundo com sorrisos de incredulidade no rosto, observando a tudo isso, tentando entender o que se passava na cabeça daquele ser humano que parecia tão perdido, tão alheio ao mundo em que vivia. Esse filme também poderia se chamar “O Circo de Michael”.

Mas talvez não se passasse nada. Talvez ele estivesse sendo apenas ele, e nós, espectadores assíduos, não entendíamos nada porque não estamos acostumados a ver as pessoas tão de perto. Aquela famosa frase que diz, “de perto, ninguém é normal”, nunca esteve tão certa. Ninguém faz as mesmas coisas, todo mundo tem manias secretas – mas elas costumam permanecer secretas. Já O Show de Michael era transmitido para o mundo todo, via satélite, 24 horas por dia, de uns tempos pra cá em High Definition, com direito a intervalo comercial onde o próprio cantor era o personagem principal – e não foram poucas as campanhas onde ele dava as caras. E o seu protagonista era real, simplesmente existia, e só por isso era julgado dia-a-dia, por todo mundo, inclusive eu e você, e sem culpas. Mas agora o show acabou. Michael Jackson saiu pela sua portinha, não mais que de repente, subindo rapidinho as escadas coladas no fundo de nuvens. E agora, por onde ele anda? Vai saber. Deve estar, sei lá, caminhando de costas pela lua.

Escrito por Bruno Reis

Junho 26, 2009 em 8:00 pm

Publicado em cotidiano, crônica, música

Kasabian ao vivo

sem comentários

Eu nunca fui lá muito fã do Kasabian, mas esse disco novo é muito bom. Eu falo mais sobre isso – e sobre o ótimo disco novo do Art Brut, outra banda já renegada por mim – na Coluna B deste sábado, mas não resisto a colocar aqui alguns vídeos bacanas do Kasabian ao vivo em um programa de TV da França. Vi no MTJ! e reproduzo aqui.

Escrito por Bruno Reis

Junho 25, 2009 em 2:44 pm

Publicado em coisas da internet, música

a volta do outernative

sem comentários

É com imenso prazer que informo a volta do outernative, finalmente! Depois de algumas semanas fora do ar – mais do que a gente esperava, aliás – o site volta à ativa totalmente reformulado. Cliquem aí embaixo e passeiem pelo novo outernative.

mosaico_outernative

Ah, e não esqueçam de adicionar o @outernative no twitter!

Escrito por Bruno Reis

Junho 22, 2009 em 11:29 am

FNM reunidos

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O Faith No More voltou aos palcos na semana passada (dia 10) com um show no Brixton Academy e abriu seu primeiro ato com um belo, inusitado e extremamente cabível cover de “Reunited”. Imperdível:

Claro que depois dessa zoeira toda, os caras apresentaram a nata do repertório da banda, emendando “The Real Thing”, “Surprise! You’re Dead”, “Midlife Crisis”, “Be Agressive”, “Epic” e mais uma pancada de clássicos. E no Brasil, como vai ser?

Aproveita e dá uma olhada em como foi épico a versão de “Epic”. Foda.

(Via Trabalho Sujo)

UPDATE: Não resisti a postar aqui também essa versão fenomenal de Midlife Crisis. Vê aí:

Escrito por Bruno Reis

Junho 15, 2009 em 3:10 pm

Publicado em música

Abrindo o Rock Band dos Beatles

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Olha que coisa mais fantástica a abertura do jogo The Beatles: Rock Band. A sequência foi produzida pela Passion Pictures e animada pelo ilustrador que fazia o Gorillaz, Pete Candeland. Foda.

The Beatles: Rock Band

(Via Smelly Cat)

Escrito por Bruno Reis

Junho 3, 2009 em 6:20 pm

Publicado em games, música

Comprei uma camisa nova pra mim

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camisa

(Via URBe)

Escrito por Bruno Reis

Maio 29, 2009 em 5:24 pm

Ewan Cobain

com 3 comentários

Essa ótima história quem conta é o ator Ewan McGregor, em entrevista à revista da britânica Heart FM e reproduzida pela Spinner.

Há 15 anos, o escocês McGregor estava em Londres, e foi justamente nessa época que Kurt Cobain cometeu suicídio. O ator mantinha cabelos longos e, dias após ser divulgada a morte do líder do Nirvana, deu de cara com um casal (aparentemente curtindo a onda de uma droga qualquer) em uma esquina da capital inglesa. “O rapaz me viu e entrou em pânico, agarrou a mão da namorada e veio me perguntar se eu era Kurt Cobain”. McGregor, ao invés de contar a verdade, resolveu deixar os dois achando que tinham acabado de ver um fantasma – ou, quem sabe, descoberto uma verdade inconveniente. “Eu apenas disse, ‘Shhh, não contem pra ninguém’ e saí, deixando os dois completamente confusos”, contou o ator. 

Será que até hoje em dia o casal de malucos ainda acham que viram Kurt Cobain vivo após a divulgação de seu suicídio e espalham por aí que sua morte foi forjada? Não duvide. 

KurtCobain

ewan_mcgregor13 

E aí, parece ou não parece?

Escrito por Bruno Reis

Maio 22, 2009 em 5:55 pm

Publicado em fofoca, música

St. Vincent

sem comentários

Só porque vale a pena mesmo ouvir essa mulher. Fantástica.

Escrito por Bruno Reis

Maio 18, 2009 em 12:42 am

Publicado em música