Archive for Agosto 2008
Última chamada
É hoje.
Há dois anos, o Caderno Dois de A Gazeta abria as portas para a música alternativa. Antes relegada a blogs, sites e uma ou outra matéria menor, o estilo ganhava uma seção exclusiva: a Coluna B. Criada com o intuito de trazer para o jornal as novas bandas que já se destacavam na mídia estrangeira, a coluna se firmou ao apresentar esses artistas para um público novo e ávido por novidades.
Nada mais natural para um espaço de música alternativa e cultura pop do que levar esse universo para uma festa. E nada mais apropriado do que comemorar assim o aniversário de dois anos da Coluna B.
Sábado · 30/agosto · 22h · Teacher’s Pub
DJs
The Lebowskis
Taylor
Nigel Mansel Trio
Rike Sick
VJs
Diego Locatelli [Antimofo]
Rike Sick [Videorama]
* Sorteio de Pen Drives com MP3
Ingresso
R$10 até ooh
R$12 após ooh
Local
Teacher’s Pub · R. Rômulo Samorini, 33 · Praia do Canto
Informações
9299 3254 – antimofo@gmail.com – www.fotolog.com/antimofo
Fotos das festas: www.flickr.com/antimofo
www.orkut.com/Community.aspx?cmm=64501
Camelo solo
Segundo o Matias, esta é a capa do “Sou”, novo disco do Marcelo Camelo, o primeiro da carreira solo pós-Los Hermanos. Bacana a idéia, né?
Dez anos de Lebowski
Em 2008, o filme “O Grande Lebowski” completa dez anos de lançamento. Para aqueles que não fazem a menor idéia de onde saiu o nome da dupla The Lebowskis, que eu e Bruno Merçon assumimos quando estamos com as mãos nas carrapetas, dê uma lida nessa reportagem excelente da Rolling Stone americana sobre o fenômeno “The Dude” e veja alguns itens de colecionador relativos ao clássico cult dos irmãos Coen. Coisa finíssima.
P.S.: isso porque eu nem falei que eu e Bruno conhecemos um cara que já mijou ao lado do Dude himself – o personagem do filme foi inspirado em um cara californiano que realmente é bem parecido com o personagem de Jeff Bridges.
Ópio real
Não costumo escrever sobre coisas reais, mas desta vez fiz um conto (ou seria uma crônica?) sobre o dia em que quase me transformei em um operador de telemarketing, há oito anos atrás. Imagina, eu, só no gerúndio? Hahaha.
Para ler, é só clicar aqui.
Festa da Coluna B

Neste sábado, dia 30 de agosto, no Teacher’s Pub. Coisa fina.
Guantanamo Fashion Week

Não, essa foto não é de um show dentro de uma prisão em Guantanamo Bay. Sabe quem são os mascarados acima? Tom Morello e Zach De La Rocha, do Rage Against The Machine, no Reading Festival, onde foram headliners ontem. Ficaram bem, não?
(via Popload)
The Rooftop Concert
O mais famoso show dos Beatles, completo, em três partes, no YouTube.
Influência de Lynch
O conto dessa semana da Ópio no Café, na Paradoxo, sofreu influências dos últimos filmes que vi do cineasta David Lynch. Longe de mim querer qualquer comparação com a loucura do cara – é apenas um texto influenciado pelas visões dele. Nada mais.
Espero que gostem.
P.S.: esse é o post de número 100 do blog. Ê!
Naik
Fodão esse Linier.
Batman for (by) kids
Genial.
Revoltas inúteis
É incrível. Minhas revoltas duram aproximadamente dez, onze, quinze minutos. Depois disso, passo para uma raiva leve, em seguida para a chateação e logo depois não lembro mais do que se tratava o assunto. E isso não é bom. É preciso ter sempre uma parcela de revolta acontecendo, movimentando nossos músculos preguiçosos, eletrocutando nossos neurônios atrofiados. É preciso ter um caminho para seguir, de preferência com alguns obstáculos aqui ou ali. Somos humanos, falhos, atordoados, necessitamos de objetivos para viver. E os meus mudam tanto quanto minhas meias. Mas, diferente delas, que lavo e volto a usar, os objetivos somem e nunca mais dão as caras.
Agora mesmo estava pensando em quantas pessoas se determinam a conquistar alguma coisa no mundo, e como não estou dentro desse grupo. Minha vida acontece ao acaso, e mesmo que eu tente mudar tudo, simplesmente não consigo. Aceito os acontecimentos de bom grado, não luto, não brigo – apenas me calo e consinto. Talvez seja por isso que um impregnante sentimento de fraqueza costume me acometer às vezes, fazendo com que a minha fome de vitórias se transforme numa sedezinha barata que mato numa golada de água. Se duvida de mim, vá perguntar ao meu analista.
A gente tem que ter algo em vista sempre, nem que seja aquela menina que trabalha no andar de baixo do seu, aquele emprego com o qual você sonha há tempos ou… ou… bom, desculpe, mas já deu meus quinze minutos de revolta. Não lembro mais do que estava falando.
Coluna atrasada, mas coluna.
Eu to mais sem tempo do que nunca. Mas aí está, coluna nova.
Ópio
Você se lembra? Eu ainda me lembro. Aqui.
Aniversário da Coluna B
Dia 19 de agosto é o aniversário da Coluna B. Mas a data vai ser comemorada alguns dias depois. Marque na sua agenda: dia 30 de agosto, um sábado, no Teacher’s Pub, em Vitória, vai rolar a festa de dois anos da coluna.
Outros detalhes virão em breve.
Novo vício
Não consigo parar de ouvir essa música.
Wallflowers – Used to be lucky
Mine is a sunshine kind of a valentine Sometimes I don't feel even worth a dime Now it Used to be different before i been where i've been oooh You've got a heart so you know how it feels When you can't move at the top, of the ferris wheel Now I used to keep trying But it always felt like dying Oooh Sad, sad Everything has gone bad When the dreams i've had they all laughed at what i had Oh no Tell me that it ain't true When I awake i'm still me When I wish i could once be you I used to feel lucky Until i spent some time with me Oooh Now if losing is amusing man get a load of me You seen me falling in love with the gullotine I used to be funny To think you would think of me Ooooh I wish i could just take all my things and leave But i'm falling down in the wheels of this machine But i used to be something To be nowhere with nothing Oooh Sad, sad Everything has gone bad When the dreams i've had they all laughed at what i had Oh no Tell me that it ain't true When I awake i'm still me When I wish i could once be you I used to feel lucky Until i spent some time with me Oooh










