Misquilinas

Um bocado de um tudo só

Archive for Julho 2008

Ópio no Café

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Atrasado, mas em tempo: coluna inédita aqui.

Escrito por Bruno Reis

Julho 31, 2008 em 9:22 pm

Publicado em conto

Kanye no TIM Festival

com 5 comentários

Da assessoria da TIM:

“O rapper e produtor americano Kanye West é a 11ª atração confirmada para a sexta edição do TIM Festival, que acontece este ano na segunda quinzena de outubro nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Vitória. Kanye trará ao país o seu show Glow in the dark, saudado pela crítica norte-americana como um dos melhores já produzidos nesta década.”

Gostou? Odiou? Dê sua opinião.

Escrito por Bruno Reis

Julho 28, 2008 em 10:32 pm

Publicado em música

Coluna da semana

sem comentários

O texto da Ópio no Café dessa semana é uma espécie de resposta, de continuação ou de visão por um ângulo diferente do texto “Nuances”, das minhas amigas Redatoras de Merda.

O texto original das meninas você pode ler clicando aqui.

Já o meu é só clicar aqui.

Escrito por Bruno Reis

Julho 23, 2008 em 2:39 am

Publicado em coisas da internet, conto

Presente de aniversário

com 3 comentários

Já decidi o que eu quero ganhar de aniversário.

Quero subir no palco em um show do Radiohead só pra fazer aquele backing vocal “Eeeeee-aaaaaaa” de “Wierd Fishes/Arpeggi”. Depois eu saio e fico feliz pro resto da vida.

É moleza, tenho certeza que alguém vai conseguir isso pra mim.

Escrito por Bruno Reis

Julho 19, 2008 em 3:41 pm

Publicado em música

De mudança

com 2 comentários

Pra quem não sabe, o autor desse blog não vive apenas blogando e escrevendo colunas. Na minha verdadeira profissão – redator publicitário – há mudanças acontecendo.

Estou saindo da Nave, agência onde fiquei por quase dois anos.
Em breve começo uma nova fase na Aquatro.

Wish me luck!

Escrito por Bruno Reis

Julho 19, 2008 em 3:01 pm

Publicado em cotidiano

Why so serious?

com 3 comentários

Impressionante é uma das palavras que podem ser empregadas na hora de descrever a atuação de Heath Ledger como Coringa neste Batman – O Cavaleiro das Trevas. O filme é ótimo, muita ação, roteiro bem amarrado, atuações excelentes… mas o Coringa é absurdo. É engraçado e assustador ao mesmo tempo. Os risos em cenas dele às vezes eram mais de nervoso do que tudo. Você simplesmente não vê o ator – enxerga apenas, e com riqueza de detalhes, o monstro louco de cara pintada e cheia de cicatrizes.

Eu sei que todo mundo que viu o filme já falou isso, mas eu precisava falar também. O cara arrasou.

Escrito por Bruno Reis

Julho 19, 2008 em 2:38 pm

Publicado em cinema

Coluna nova

com um comentário

E inédita! =)

Clica aqui, vai.

Escrito por Bruno Reis

Julho 16, 2008 em 1:09 pm

Publicado em conto

ETs

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Hein, diz pra mim alguém, por favor, de que planeta vieram esses caras do Radiohead? Por que tudo deles é SEMPRE absolutamente mais foda do que das outras pessoas?

To assustado. O clipe de “House Of Cards” é só mais um exemplo.

Escrito por Bruno Reis

Julho 16, 2008 em 1:59 am

Publicado em música

Comece a guardar dinheiro

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Final de março, começo de abril. Segundo o jornalista Lúcio Ribeiro, é nessa época que o Brasil vai parar para ver o RADIOHEAD tocar pela primeira vez no país. E parece que não é balela: utilizando palavras do próprio Lúcio, a série de shows está “con-fir-ma-da”.

Escrito por Bruno Reis

Julho 11, 2008 em 3:36 pm

Publicado em coisas da internet, música

Coluna atrasada…

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… mas limpinha, apesar das baratas. No ar.

Escrito por Bruno Reis

Julho 10, 2008 em 3:08 pm

Publicado em conto

Hancock

com 2 comentários

Durante os últimos meses, o trailer de um filme me chamava atenção nos cinemas. Um homem com super-poderes, ao mesmo tempo alcoólatra e meio revoltado com a vida, cuidava de um ou outro perigo, perseguia e prendia alguns bandidos, mas sempre que o fazia deixava um rastro de destruição e prejuízo pelo caminho. Estrelado por Will Smith, que só tem crescido no meu conceito, e esbanjando um bom humor evidente desde a premissa inciial, “Hancock” parecia mesmo ser um filmaço, divertido, interessante e intrigante. Mas, ao finalmente assistir ao longa de Peter Berg, me dei conta (mais uma vez, eu nunca aprendo) de que um bom trailer não garante a qualidade de um longa.

Pra ser sincero, “Hancock” até consegue ser divertido, interessante e intrigante, principalmente durante metade de sua duração e em alguns momentos isolados. Mas a indefinição do clima do filme, que vai da comédia ao dramalhão, passando pela ação, em questão de minutos, acaba com a nossa capacidade de acompanhar o que está acontecendo. Ficamos tão perdidos quanto o próprio Hancock, que não sabe quem é, de onde veio e nem o próprio nome – só se lembra de um dia ter acordado em um hospital com super-poderes. Nós, espectadores, a certa altura não sabemos mais que filme estamos vendo, se esse que passa agora é o mesmo de quando entramos na sala ou se o cinema é em Jardim da Penha ou na Enseada do Suá.

Berg tenta dar algum direcionamento desde o começo do longa, o que apenas faz dele ainda mais equivocado em sua abordagem. Ainda na fase “comédia”, o diretor já usa recursos de drama, como longos takes fechados, closes, câmeras tremidas, desfoques e etc, que mostram o quão perdido ele estava. Talvez o próprio cineasta estivesse tentando descobrir até onde deveria ir com a comédia e o tanto que poderia chafurdar no drama, mas tenha terminado de rodar e montar o projeto sem saber bem onde começa e onde termina cada um.

Quando Hancock (Will Smith) anda fazendo besteira pela cidade, às vezes na melhor das intenções, o filme alcança seus momentos mais incríveis. É divertido ver na tela a desconstrução de um super-homem que não foi adotado pela família Kent, ou de um X-Men que não foi acolhido pelo Professor Xavier. A mesma sociedade que depende dele para limpar o crime das ruas também o culpa pelas mazelas que comete ao não controlar sua força corretamente – ou, pra ser mais sincero, ao não se importar tanto com os efeitos colaterais que causa. Ao ser convencido pelo algo fracassado relações-públicas Ray Ambrey (Jason Bateman) a se entregar à polícia que o procura pelos estragos que anda fazendo, Hancock ainda consegue manter o filme no alto.

O problema vem quando Mary (a linda Charlize Theron) mete o pé na porta e entra na história com força total. Tudo vira uma zona – desde o roteiro, que fica confuso, até o próprio rumo da narrativa, que embarca em uma montanha-russa de emoções descontrolada. O que antes mais deixava a população fula, as destruições da cidade, agora parecem não fazer nem cócegas em ninguém, já que em momento algum o esquema “a cidade contra Hancock” é mostrado novamente – e olha que a destruição, digamos, dobra de tamanho. Ao tentar explicar demais, o script cai em armadilhas velhas de quem sabe que está perdido.

Uma pena, já que a comédia parecia mesmo o destino mais produtivo para o herói maluco. Uma cena nos créditos ainda tenta retomar de onde o filme deixou de ser bacana, mas aí já era tarde demais. Apesar de ser Hancock o cara a quem chamaríamos de “salvador”, ao final quem precisava ter sido salvo era justamente ele e seu filme meia-bomba.

Cotação: 2,5/5 estrelas

Escrito por Bruno Reis

Julho 8, 2008 em 12:37 am

Publicado em cinema

Ópio na Paradoxo

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Nova coluna já está no ar. É aquele esquema, clica e lê.

Escrito por Bruno Reis

Julho 2, 2008 em 3:57 pm

Publicado em conto

Tem que ver

com 3 comentários

Wall-E e EVA, o casal do ano
Dizem por aí que a Pixar conseguiu novamente. Não, gente. É mais do que isso. A Pixar desta vez se superou. Como filme, “Wall-E” é simplesmente perfeito. Como entretenimento para todas as idades, também. E como ensinamento, crítica à sociedade e tal e coisa, idem. Ou seja, o filme alcança todos os objetivos que traçou, com louvor. Melhor, impossível.

Esse filme ganha o famoso selo “tem que ver”. O mais rápido possível.

Ah, falei sobre ele no Outernative.

Escrito por Bruno Reis

Julho 1, 2008 em 12:50 pm

Publicado em cinema